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Gabardo Transportes Adota Outsorcing de TI (Case)
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Transportadora Gaúcha terceiriza gestão de infraestrutura de TI e aumenta o número de serviços contratados com a Catarinense Dígitro Tecnologia
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A Transportadora Gabardo, especializada em logística e transporte de veículos para o Brasil e Mercosul decidiu partir para a gestão terceirizada de suas redes de comunicação e transferiu para a Dígitro Tecnologia todas as tarefas de monitoramento e suporte de sua estrutura de comunicação.
O objetivo da operação é conseguir a garantia de máxima disponibilidade e qualidade dos serviços de comunicação de voz e dados da Gabardo, de modo a suportar o crescimento da demanda de comunicação proporcionada por novos contratos de transporte.
Dona de uma das maiores frotas de caminhões cegonha do Brasil, a Gabardo tornou-se recentemente a trasportadora exclusiva para milhares de carros da marca Hyundai em território nacional. “Ao transferir os cuidados da nossa rede para a Dígitro, nosso pessoal pode se concentrar totalmente em assuntos mais diretamente relacionados aos negócios da Gabardo e ainda ganhamos a garantia de um monitoramento 24 horas por dia, nos sete dias da semana e com a solução de problemas em prazos muito mais ágeis do que poderíamos fazer por conta própria”, afirma Luís Stuelp, da área de TI da Transportadora.
Segundo ele, a decisão de contratar o segmento de outsourcing da Dígitro se deu de forma natural, já que desde 2001 a empresa vem utilizando as tecnologias de comunicação convergente da Dígitro para atender a todas as suas necessidades de negócio.
Com a primeira aquisição de soluções Dígitro, a transportadora pôde conferir em curto prazo uma significativa redução com os custos de telefonia das suas sete filiais espalhadas pelo país. Além da unificação do tráfego de informações, entre voz, dados, fax e internet, esta primeira instalação permitiu também maior produtividade nas comunicações e atendimento personalizado a todos os clientes.
Ainda segundo Luís Stuelp, antes mesmo de contratar o serviço, a Gabardo já contava com o apoio das equipes da Dígitro no suporte à estrutura de redes existente. “Com a possibilidade de contratação dos serviços de monitoramento de TI da Dígitro há cerca de dois anos, passamos então a considerar um cenário de terceirização mais profundo, tal como o que estamos praticando agora”, completa o responsável.
“Proporcionar essa tranquilidade como a que a Gabardo tem hoje é um dos grandes objetivos do outsourcing da Dígitro. Além de monitorar a rede em tempo integral, fornecemos suporte imediato em caso de falha de algum equipamento, mesmo quando a resolução de problemas dependem de outros fornecedores”, comenta Marcos Pinho Horn, gerente de outsourcing da Dígitro.
Sobre a Dígitro
A Dígitro é uma empresa genuinamente brasileira com mais de 30 anos de mercado no setor de telecomunicações. Pioneira no desenvolvimento de soluções para este fim, destacou-se como empresa inovadora, com a criação do sistema Teledespertador e a plataforma de Comunicação CT (Computer & Telephony), que integra telefone e computador em uma só máquina. Seu amplo portfólio de soluções agrega, ainda, serviços de Infraestrutura de TI e aplicações de inteligência corporativa e investigativa, complementando sua base de clientes atuantes nos mais diversos nichos de negócio, que vão desde empresas privadas e operadoras de telefonia, até instituições e órgãos governamentais, incluindo agências de Segurança Pública às quais a Dígitro fornece o Sistema Guardião, peça chave de maior utilização no combate ao crime organizado no Brasil e também já sendo fornecido a outros países. A Dígitro investe em inovação, desenvolvendo tecnologia em parceria com centros de pesquisa como a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Presente em todo o Brasil e em 11 países da América Latina e África, a Dígitro tem qualidade reconhecida pelas certificações ISO 9001 e a TL 9000, norma específica para o mercado de telecomunicações. Além disso, tem sede própria, em planta de edifícios que incorporam os mais modernos conceitos de sustentabilidade, e é patrocinadora única do Educando com Música, projeto social que leva à comunidade rural da Grande Florianópolis uma educação musical de qualidade. Saiba mais sobre a sede da Dígitro em www.digitro.com/sustentabilidade.
Sobre a Gabardo
Genuinamente Gaúcha, a Transportes Gabardo iniciou suas atividades em 1989 atuando no transporte de veículos pequenos, médios, grandes e utilitários sobre pranchas especiais e cegonheiras. Em 2008 adquiriu a certificação ISSO 9001 no escopo “logística e transporte rodoviário de veículos no Brasil e MERCOSUL, para montadoras, importadoras e concessionárias autorizadas”. Atualmente a empresa transporta em média 40 mil veículos por mês pelo Brasil inteiro e América Latina. Com uma frota 100% rastreada via satélite, a Transportes Gabardo detém parceria com montadoras de grandes marcas, como Hyundai, Subaru, Volkswagen, Ford, Mitsubishi, entre outros.
FONTE - Portal Nacional: http://www.segs.com.br/index.php
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Leia também: “Empresas que aderiram ao outsourcing tiveram aumento de receita”
http://www.execomm.com.br/empresas-que-aderiram-ao-outsourcing-tiveram-aumento-de-receita/
Empresas que aderiram ao outsourcing tiveram aumento de receita
Estudo do IBV - Institute for Business Value - da IBM, intitulado “O impacto da terceirização nos negócios” revela que empresas que aderem ao outsourcing registram em dois anos um crescimento de receita 4,3 pontos percentuais maior que o de seus concorrentes diretos que continuam gerenciando sua infraestrutura de TI.
A pesquisa, realizada pela divisão de consultoria da companhia, constatou que essas organizações, além de reduzirem os custos gerais, administrativos e de vendas, alcançaram melhor desempenho em três métricas-chave financeiras: Receita pré-impostos (EBT), Receita operacional e Retorno sobre ativos (ROA).
A análise contou com uma amostra de 244 empresas de diferentes países que iniciaram projetos de terceirização em larga escala entre 2001 e 2006. Todas atingiram um resultado surpreendente. Logo no primeiro ano de contrato, as companhias registraram maior redução de despesas administrativas e de vendas, com índice equivalente a 2,9 pontos percentuais menor que o de seus concorrentes que não contrataram o serviço.
“O estudo reforça que a terceirização é hoje mais do que uma forma de baixar custos operacionais. O outsourcing já é reconhecido como parte relevante da estratégia corporativa, por permitir maior foco dos líderes no core business e também por contribuir positivamente para o balanço financeiro da empresa”, comenta a Diretora de Outsourcing da IBM Brasil, Ana Paula Assis.
Ainda de acordo com a pesquisa, em dois anos, as empresas apresentaram um aumento consistente de 3,2% no crescimento de receita operacional em relação à concorrência. Já o retorno sobre ativos teve desempenho 0,13% melhor. “Embora esse crescimento não pareça substancial, a métrica tem como base o lucro líquido dividido pelo total de ativos. Sendo assim, mesmo uma pequena ascensão pode se traduzir em ganhos financeiros significativos”, destaca.
O estudo avaliou também que as empresas não só se destacaram dentro dos seus setores de atuação, mas também se desenvolveram melhor que no período pré-terceirização. No primeiro ano de contrato, as empresas reduziram custos administrativos e de vendas em 3,5 pontos percentuais. Já no segundo, elas aumentaram em 4,5% o crescimento de receita anual quando comparado ao período em que gerenciavam infraestrutura em TI.
FONTE: TI Inside
Cinco passos para identificar o fornecedor ideal de service desk
Quando se trata de TI, nenhuma organização é igual, logo a fornecedora de service desk também não deve ser. E como hoje há diversas prestadoras de serviço de TI, com vários perfis diferentes, a empresa tem que levar vários pontos em consideração antes de fechar qualquer contrato. Eis cinco pontos que, com certeza, são fundamentais:
1. Planejamento - Antes de conhecer a prestadora de serviço, a empresa precisa se conhecer, levantando suas necessidades e analisando o ambiente externo, ou seja, estar ciente da cultura da empresa. Algumas perguntas devem ser respondidas antes dela procurar o mercado, como, por exemplo: a consultoria de TI é somente para reduzir custos? Ou para melhorar a qualidade da operação? Terei tempo para fazer gestão dos indicadores de TI? Espero um resultado em curto ou longo prazo?
2. Qualificação inicial - Sabendo dessas necessidades, a empresa tem que contratar um fornecedor que preencha o perfil que se procura. Geralmente, as consultorias de menor porte não atuam sempre com metodologias e com equipes tão robustas e, por esse motivo, possuem uma estrutura de custos e preços de vendas menores.
Ao passo que as de maior porte (geralmente as multinacionais) possuem uma estrutura maior, com uma metodologia mais rígida, o que se traduz em valores maiores nos custos em um primeiro momento. Primeiro momento porque, uma vez que a metodologia passa a ser usada corretamente, ela gera uma série de informações e indicadores que possibilitam a pró-atividade da prestadora de serviço.
Isso não quer dizer que as consultorias menores não trabalham com metodologia e nem que as de maior porte são sempre mais caras, mas é comum o mercado se comportar dessa maneira.
3. Requisitos mínimos do contrato (definição de escopo) - Depois de qualificada a prestadora de serviço, é necessário conhecer as questões contratuais. Se a empresa precisa de SLA (service level agreement ou acordo de nível de serviço), isso tem que estar claro no contrato, além de descrever quais serviços e plataformas a contratada irá se responsabilizar. Por ser um acordo entre cliente e fornecedor, o SLA exige disponibilidade de recursos (pessoais, financeiros e de tempo) das duas partes para cumprir o acordo. Obviamente: quanto mais apertado for o SLA, maior deverá ser a disponibilidade de profissionais por parte da fornecedora, e isso fatalmente refletirá no preço final. Antes de entrar em modismos de SLA, analise se a empresa está realmente pronta para o SLA e se os seus processos de negócios são tão críticos que justifiquem a contratação dessa exigência.
4. Analise se você terá melhorias (evoluções) de seu sistema em seu contrato – Sua empresa precisa só de atendimento a erros e dúvidas (correções) ou quer ter melhorias e evoluções também no serviço prestado? O contrato tem que estar bem claro, mencionando se a prestadora de serviços irá fornecer melhorias para o sistema ou será responsável somente pelas correções de falhas. Infelizmente ainda há um grande desconhecimento ao comprar este tipo de serviço e, por isso, existe a ideia de que a consultoria será a solução de todos os problemas de TI da empresa.
O que muitas vezes acontece é, por exemplo, uma empresa pedir a evolução do sistema e, por não estar no contrato, o serviço ser cobrado à parte. Esse trabalho poderia sair muito mais barato caso a empresa tivesse acordado um pacote anteriormente. Aí vem a clássica pergunta do cliente, ao ver a conta no fim do mês: “por que você não me disse antes que esse serviço não estava incluso?”. A dica é que, ao contratar, fique atento se o contrato prevê utilização do pacote de horas para melhorias e correções, ou só para um ou outro. O ideal é já deixar dividido o número de horas dedicadas às melhorias e as dedicadas à correção.
É fundamental, também, que o contrato tenha o que o cliente quer que o fornecedor faça: são serviços só no meu ERP ou em outros aplicativos? Quais aplicativos? Qual o período de tempo? Lembrando que a maioria dos contratos dura 2 anos e que a quebra gera dívidas, geralmente taxadas em 50% do saldo devedor do contrato.
A empresa deve entender ainda que problemas podem acontecer. Para isso, precisa checar previamente se o contrato possibilita o acúmulo e antecipação de horas, sem custos adicionais. Digamos que o contrato acorda 1000 horas mensais de prestação de serviços, mas, no mês, só usaram 500 horas do pacote. O cliente terá que pagar pelas 1000, mas ele dará 500 horas para o fornecedor? O ideal é poder disponibilizar essa quantidade para os próximos meses do contrato, caso ocorra alguma emergência. Porém há também os sustos, que necessitam, digamos, de 1500 horas em um mês; sem problemas, já que essa falta pode ser compensada nos meses seguintes. Há empresas que já incluem a flexibilidade de 50% do tempo no contrato. Essa variante pode significar um acréscimo no acordo, porém nada comparado ao pagamento de serviços extras.
5. Medição - Já para acompanhar os serviços, é importante equalizar os KPIs (key performance indicators ou indicadores chave de performance). Esse trabalho serve para visualizar o que foi feito através de dados que fazem sentido para o cliente, inclusive determinando as expectativas do contrato. Digamos que os KPIs da consultoria só abordam a quantidade de chamados atendidos, sem descrever suas naturezas, ou que esses indicadores não queiram dizer nada para a empresa… Pode ser que seja auferido um índice de recorrência de 15%, enquanto no contrato dizia que o teto seria 5% e que, acima disto, o fornecedor deveria dar descontos nas faturas. Mais do que alinhar expectativas, o ideal é que o resultado seja positivo tanto para contratante quanto para contratada.
* Gabriel Rodrigues é diretor da Essence, empresa de consultoria e outsourcing, especializada em Tecnologia e Informação para negócios.
FONTE: TI Inside
Outsourcing: até que ponto a terceirização é uma escolha acertada?
Este é certamente um dos temas mais abordados nos últimos anos. Inúmeros congressos, artigos e debates sobre o mesmo estão constantemente em curso. Embora o tema seja antigo e muito debatido, a terceirização ainda é, muitas vezes, encarada como uma decisão difícil para as empresas, principalmente quando a sua abordagem é feita por empresas de porte médio e pequeno.
A primeira dúvida que tenho visto com muita freqüência em minha trajetória profissional é o que terceirizar. Outro ponto muito importante nesta decisão é quando terceirizar.
Eu particularmente acredito que um processo de terceirização deve se dar quando podemos definir claramente o que desejamos e como pretendemos gerenciar os resultados esperados. Não acredito que terceirizar seja o caminho, quando não podemos definir o que desejamos e, nesse caso, entendo que é um grande fator de risco e possível insucesso da decisão.
Sendo assim, acredito que a terceirização é uma decisão importante e deve ser tomada com muita maturidade pelas empresas, pois ela deve ser encarada não como uma escolha operacional e sim como uma decisão estratégica da empresa.
Um processo de terceirização bem tomado, com métricas bem estabelecidas, processos bem definidos e com a empresa certa, são fatores de sucesso na minha visão, pois permitem a área de tecnologia da empresa dedicar mais tempo junto as áreas de negócios da companhia e exercer um papel que é esperado da mesma, ou seja, atuar internamente como consultor de negócios viabilizando os mesmos sempre com maior velocidade, eficácia, dentro dos melhores custos possíveis e com a qualidade desejada.
Resumindo, em minha opinião, a terceirização é importante e necessária a todas as empresas, pois podemos utilizar do conhecimento técnico de empresas focadas em determinados nichos e com custos competitivos, desde que saibamos exatamente o que desejamos e como devemos contratar os serviços desejados. Assim, podemos nos dedicar a uma função estratégica dentro das nossas companhias elevando a área de tecnologia para uma visão de geração de negócios e, consequentemente, possibilitando as nossas empresas o crescimento sustentável através do uso mais eficiente e eficaz da tecnologia.
Finalmente, caso você não saiba o que deseja ou como fazer, não caia no erro de terceirizar, pois certamente receberá aquilo que não deseja e os resultados deste processo podem ser danosos para você e sua empresa.
Marcelo Prauchner Duarte é Especialista em Tecnologia e atualmente atua como Gerente de Telecom e Segurança da Informação do Carrefour.
FONTE: TI Inside
Gastos com TI no Brasil devem atingir R$ 55,8 bi neste ano
Os gastos com tecnologia da informação no Brasil devem crescer 13,4% neste ano, na comparação anual, para R$ 55,89 bilhões, contra R$ 49,2 bilhões registrados em 2009, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 8, pela E-Consulting. O setor financeiro deve responder por cerca de R$ 17 bilhões, enquanto o de governo deverá representar algo entre R$ 12 e R$ 15 bilhões da cifra total. Segundo a consultoria, a concentração dos investimentos será neste primeiro semestre, em função do calendário eleitoral (o valor definitivo do governo será apresentado no estudo anual “A TI e o Setor Público”, publicado anualmente pela empresa no mês de março).
O setor responsável pela maior fatia dos investimentos em TI, no entanto, será o de serviços, que aplicará R$ 23,83 bilhões neste ano, ou 43% do total dos gastos, o que representará um crescimento de 14% na comparação com o ano passado. Já os investimentos em software, segundo a E-Consulting, deverão chegar neste ano a algo perto de US$ 10,77 bilhões e em hardware e infraestrutura algo em torno de R$ 21,29 bilhões, representando 38% e 19% do montante, respectivamente.
“Isso se deve principalmente à retomada de investimentos na implementação e finalização dos projetos e das soluções adquiridas nos últimos anos. Além disso, a necessidade otimização da infraestrutura, advindos de projetos ligados à virtualização, SOA, ITaaS, TI verde e cloud computing, também contribuirá para o aumento nos investimentos. As empresas deverão se preparar para as novas tendências em estruturas e modelos de gestão e operação de TI, assim como padrões de governança e compliance com negócio e à efetiva mensuração do valor gerado por TI”, explica Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e coordenador do TechLab, unidade do grupo focada em estudos e pesquisas em TI, telecom, mídia, internet e call center.
Segundo ele, tendências complementares como web 2.0, mobilidade e convergência - e toda decisão de escolhas de padrões, modelos e plataformas por trás disso - também estarão na agenda dos CIOs.
Segundo a E-Consulting, os investimentos em TI na América Latina, que totalizaram R$ 95,3 bilhões em 2009, deverão atingir R$ 105,2 bilhões, crescimento médio de 10,38%, que faz o Brasil representar praticamente 53% de toda região.
FONTE: TI Inside
Everis aponta o Brasil como grande destaque no setor de TI
A pontuação do Brasil no setor de TIC chegou a 4,44 pontos (aumento de 0,8% em relação ao mesmo período do ano anterior). Esse movimento foi contrário ao observado na América Latina como um todo, que obteve uma queda de 1,2% de acordo com o relatório Indicador da Sociedade da informação (ISI) para a AL, realizado pela everis em parceria com a IESE Business School, na Espanha.
O material também avalia o Ambiente da Sociedade da Informação (ESI), que compreende os aspectos econômicos, institucional, social e infraestrutura. Os dados são referentes ao terceiro trimestre de 2009, que compreende os meses de julho a setembro.
FONTE: TI Inside
“Nesse período, o indicador teve o seu segundo máximo histórico. Isso prova que o Brasil foi um dos países que menos sentiu os efeitos da crise e continuou progredindo no setor, ao contrário do que foi observado nos demais países analisados”, afirma Teodoro López, vice-presidente da everis Brasil. Ainda, de acordo com o executivo, em números absolutos, o País está a frente em muitos indicadores. Mas como seu território é muito grande, fica difícil atingir todas as regiões igualmente, e, por isso, a média fica abaixo dos demais países.
“O ISI mostra que a sociedade da informação vem avançando de modo mais veloz no Brasil do que no conjunto da América Latina, onde há cinco anos o seu ISI era mais de 10% inferior à média regional. Agora, é apenas 1,1% menor e prevemos que, em um ano, essa diferença será reduzida a zero”, diz Diego Barceló, co-autor do ISI e pesquisador do IESE Business School.
Segundo Barceló, “ainda que falte muito para progredir, creio que vale ressaltar, por exemplo, a expansão da quantidade de computadores, 243 unidades para cada mil pessoas, o que é superado apenas pelo Chile; e as vendas do varejo online, estimadas em US$ 41 por pessoa ao ano, diante da média regional de US$ 29″.
Durante esse período, o número de telefones móveis chegou a 836 aparelhos para cada mil pessoas (avanço anual de 17,3% e o segundo mais elevado depois do Peru). Além disso, tanto o número de computadores como o de servidores cresceu mais rapidamente que a média regional.
A queda dos Serviços TIC se explica pela queda das vendas on-line e pelo gasto total em TIC que, em dólares anuais por habitante, caiu 3,5% (chegando a US$ 41) e 10,2% (chegando a US$ 399), respectivamente.
A redução da pontuação na área social é consequência do crescimento da taxa de desemprego (até 9,8%), e também da desaceleração da atividade econômica (o crescimento médio do PIB caiu de 5,6% para 3,5%), que atrapalha a nota média do Bloco Econômico brasileiro. O estudo aponta que o Brasil é um dos países em que o armazenamento de capital fixo por habitante cresce em ritmo mais lento.
Projeções para o terceiro trimestre de 2010
O Indicador Brasileiro alcançará uma qualificação média de 4,54 pontos, sendo um aumento anual de 2,3%, considerado o melhor resultado entre os países analisados. Com essa previsão, o Brasil ficará na média regional, o que simboliza um avanço já que o ISI do País sempre estava situado abaixo da média.
No terceiro trimestre de 2010, as vendas on-line totalizariam US$ 58 anuais por pessoa, crescimento de 39,7%, e o número de domínios de internet chegaria a 23 para cada mil pessoas, um aumento de 20,3%. Também haveriam 3,7 servidores para cada mil habitantes, uma expansão de 8,5% e que colocaria o Brasil em segundo lugar regional, de acordo com a proporção entre número de servidores e a população, ficando atrás somente do Chile.
Twitter ajuda empresas a dar visibilidade a suas marcas
Twitter ajuda empresas a dar visibilidade a suas marcas
O Twitter está se tornando uma ferramenta extremamente valiosa para ajudar as empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se concentrar de forma mais direta em grupos específicos de consumidores. Pesquisa do Instituto Digital (iDig), com 50 grandes empresas nacionais, revela que o uso da rede social de microblogs pode chegar a dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre uma empresa no serviço.
A consultoria constatou que 42% dessas empresas têm perfis no Twitter e postam mensagens ao menos cinco vezes por dia. Embora empresas que ainda não têm perfil publicado também sejam citadas, 74% das 91.145 mensagens analisadas entre 20 de setembro e 24 de outubro deste ano falavam daquelas que possuem perfil no microblog. Essas marcas têm, em média, 3 mil seguidores.
O estudo confirmou também que os responsáveis pelo aumento no número de citações são os consumidores, que enviaram 2,6 mil mensagens diárias sobre as empresas pesquisadas, retransmitindo 11% dos posts recebidos.
FONTE: TI Inside
Onze conselhos para investir corretamente em TI em 2010
Estudo divulgado pelo Gartner nesta terça-feira, 17, alerta que 2010 será o ano em que as empresas deverão decidir qual caminho seguir em seus ambientes de TI. Com o mercado se preparando para voltar a crescer, a consultoria observa que é hora de as organizações avaliarem as reais necessidades e só voltarem a investir na modernização de suas infraestruturas quando decidirem o tipo de estratégia de cloud computing irão adotar, para que não sejam necessários novos gastos com reestruturações.
O Gartner aconselha as empresas a adotarem novas políticas de investimento, partindo do princípio de que “sempre se pode gastar menos”. Para isso, a consultoria lista 11 atividades de TI que são grandes candidatas a revisão pelas empresas e as aconselha a considerarem as abordagens listadas abaixo para cada atividade, antes de decidir como proceder. As recomendações são baseadas nos resultados de pesquisas feitas pelo Gartner com centenas de empresas. Veja, a seguir, as recomendações:
1) Modernizar a infraestrutura de TI em conformidade com a estratégia de cloud computing.
A consultoria alerta que as empresas, antes de retomar seus investimentos em infraestrutura de tecnologia, devem decidir qual será sua estratégia para computação em nuvem.
2) Aproveitar melhor o orçamento já existente
O Gartner diz que as empresas devem impor à suas áreas de TI a política de “orçamento zero”, para que as equipes se acostumem sempre a trabalhar com a verba que já têm e gastem apenas o necessário.
3) Contratar um diretor financeiro só para TI
Isso ajudaria as companhias a estabelecer políticas financeiras mais sólidas e a estudar melhor os contratos de TI.
4) O que passar para os executivos sobre TI
A consultoria defende que a estrutura de tecnologia da informação deve ser sempre muito transparente. Todos os contratos e todos os negócios da área devem ser sempre muito bem esclarecidos para todos os executivos da empresa.
5) Avisar quando os aspirantes a CIO devem deixar a área de TI
O Gartner diz que os diretores de tecnologia devem passar por outras áreas da companhia e, por isso, recomenda que orientem os aspirantes a CIO quando estes devem ir atrás de novos objetivos fora da área.
6) Dar prioridade a redução de gastos ou crescimento dos negócios?
Nenhum dos dois. A consultoria acredita que as empresas devem encontrar um jeito de conseguir trabalhar com os dois simultaneamente.
7) Quais as estruturas de TI que funcionam melhor
O Gartner aconselha que as estruturas “Tier 1, 2 e 3″ sejam abandonadas, pois elas atrasam o desenvolvimento dos negócios de TI e a criação de novas operações.
8 - Os novos CIOs devem abandonar as estruturas de TI já adotadas na empresa?
Antes de começar a fazer as mudanças estruturais, os CIOs recém-chegados devem se preocupar em fazer a estrutura já existente render mais e os negócios da empresa crescerem.
9) Decidir que tipo de inovações sua equipe de TI deve desenvolver
Os gerentes precisam decidir se suas equipes serão formadas por profissionais especializados em identificar problemas e recomendar soluções ou especializados em desenvolver ferramentas para resolver os problemas conforme a necessidade.
10) Que inovações de TI devem ser priorizadas
Para esse período de transformações econômicas, a consultoria aconselha os diretores de tecnologia a se voltarem para os ciclos de negócios de TI que requeiram menos tempo de manutenção.
11) É possível vender os desafios de implantação de uma rede de longa distância corporativa até 2013?
O Gartner acredita que as companhias devem direcionar suas verbas de pesquisa e desenvolvimento para a criação dessas redes.
Fonte: TI Inside
Beach Park aposta na convergência para garantir atendimento classe AA
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Para garantir total praticidade, viabilidade financeira e segurança na comunicação, o Beach Park acaba de finalizar a implantação de uma solução corporativa convergente que conta com PABX, um Call Center em São Paulo, VoIP, distribuição automática de chamadas, roteamento de dados e URA. Com a plataforma de CTI Evolution, da Dígitro Tecnologia (www.digitro.com), o Beach Park integrou os hotéis e o parque aquático no Ceará com a central de relacionamento em São Paulo. A comunicação passou a ser feita via VoIP, a custo zero e de forma transparente para o usuário.
Segundo o gerente de projetos de TI do Beach Park, Paulo Menezes, estrategicamente, o uso de tecnologia é visto como suporte para impulsionar os negócios e fundamentalmente para proporcionar atendimento classe AA aos clientes. “Tudo no Beach Park é de última geração e está em constante reavaliação. Fomos os primeiros no Norte e Nordeste a utilizar tecnologia wireless e automatizar os pedidos das 330 mesas nos vários restaurantes do complexo”, comenta. Os garçons fazem os pedidos, que são encaminhados por um sistema de comandas eletrônicas, por celular. Para permitir este serviço, um link de Internet redundante foi disponibilizado na central da Dígitro.
Menezes explica que a plataforma convergente da Dígitro é o ponto central de toda a rede. Por ela trafegam voz, dados e internet. A solução propicia grande disponibilidade de serviços em uma única plataforma, o que resulta em redução de custos e agilidade na implantação dos diversos serviços. Além disso, toda a estrutura de dados, essencial para o funcionamento da corporação, é aproveitada para a conectividade dos vários estágios de roteamento distribuídos da plataforma Dígitro.
Estas características vão ao encontro das necessidades do complexo Beach Park, que ocupa uma extensa área, o que o obriga a ter um sistema central de alta disponibilidade, como dualidade de sistema. O Beach Park dispõe, ainda, de vários sistemas remotos para atender a cada unidade de negócio com total segurança: todo o processo de comunicação é criptografado.
Para se ter uma idéia, a central de telefonia suporta aproximadamente 700 ramais de todo o complexo Beach Park. A central possui, também, vários recursos de gerenciamento e um avançado sistema de billing que agregou valor ao atendimento e eliminou erros na consolidação da tarifação das ligações dos hóspedes. O sistema é habilitado automaticamente no check in.
Na alta temporada, a ocupação dos hotéis é de 88%. A tecnologia precisa ser arrojada e ter recursos extremamente avançados para garantir qualidade aos serviços. Assim, para atender melhor aos clientes, o Beach Park, há seis meses, montou a central de relacionamento em São Paulo, que funciona on-line com os sistemas hoteleiros no Ceará. E possui tecnologia Dígitro EasyCall, que agregou funções de gerenciamento e automação, incorporando eficiência aos atendimentos. “A central é um importante meio de contato com os clientes. Também recebe ligações para reserva nos hotéis e pacotes de férias”, informa Menezes.
Anteriormente, não havia central de relacionamento e os atendimentos eram feitos pelo setor de reservas no Ceará. O tráfego com São Paulo era via operadoras com custo de ligações DDD. A interligação permitiu o funcionamento on-line da Central de Reservas e aproximou o Beach Park do maior mercado no Brasil, a custo zero nas chamadas entre os sites e redução significativa para a cidade de São Paulo. Com a tecnologia VoIP, os custos com telefonia diminuíram.
Toda a comunicação de voz entre os sites trafega via rede IP e todas as chamadas com destino à cidade de São Paulo e região metropolitana são realizadas pelo ponto de presença na capital Paulista.
Segundo o Superintendente Regional Dígitro Norte e Nordeste, Dennis Bentes, como a implantação das redes convergentes é recente, os resultados começarão a serem colhidos agora. “Mas as facilidades do sistema foram sentidas de imediato. É possível falar com qualquer pessoa da empresa como se estivesse no mesmo prédio. A telefonia transformou Ceará e São Paulo em ramais”, afirma Bentes.
Call Center Dígitro ajuda Drogacenter a entregar medicamentos
OBS: Através da parceria Execomm/Dígitro você tem acesso facilitado a essa tecnologia, podendo ainda discutir com nossos consultores a melhor empregabilidade dessa ferramenta em conjunto com a sua atual estrutura em T.I
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A Difarma - Divisão Farma - da Drogacenter, que distribui medicamentos para mais de 7 mil farmácias e drogarias de pequeno e médio porte, modernizou sua estrutura de telefonia para atender às 3.500 ligações que recebe por dia, do estado de São Paulo, Minas Gerais e sul do Rio de Janeiro. A empresa implantou PABX digital da Dígitro Tecnologia, uma das mais importantes provedoras brasileiras de soluções de inteligência, tecnologia da informação e telecomunicações para ambiente corporativo , operadoras e provedores de serviços. O investimento aumentou o nível de serviço de 70% para 90% e eliminou filas de espera, o principal motivo para perda das ligações.
Antes da implantação, o Call Center e a área administrativa da Drogacenter possuíam equipamentos analógicos de um fabricante que não fornecia informações gerenciais. Com a tecnologia digital, a empresa passou a contar com recursos para controle, acompanhamento de chamadas e automação. A central recebe os pedidos de medicamentos pelo 0800 até às 21h para entregá-los às farmácias no dia seguinte. O equipamento analógico não suportava o grande volume de ligações e a falta de informações impedia gerenciar a operação proativamente.
O diretor de TI da Drogacenter, Mauro Hamada, explica que o Call Center de distribuição, além de ser responsável pela entrega de um volume de medicamentos que ultrapassa a casa dos 3 milhões de unidades por mês, tem um ‘lead time’ curto. “O momento de pico, em que entram a maioria dos pedidos, acontece das 19h às 21h. Não tínhamos idéia de quantas ligações eram perdidas. Com a solução da Dígitro descobrimos que eram muitas”, salienta.
Além de resolver tais deficiências, o projeto interligou as três unidades de negócios Difarma, Dicon e a filial São Paulo. O primeiro passo foi a implantação da solução Dígitro, que passou a atender a área administrativa da matriz. A tecnologia permitiu não somente gerenciar, mas otimizar o resultado da central. Outro benefício é a dualidade de processamento, que melhora a performance da solução e evita falhas e quedas do sistema.
O gerente da regional Dígitro do interior de São Paulo, Fernando Nascimento e o gerente de negócios da Telepol, Wagner Vignato, representante comercial da Dígitro em Ribeirão Preto, responsáveis pelo projeto na Drogacenter, explicam que a solução foi implantada em agosto de 2006 e vem sendo expandida, desde então. O processo de implantação foi bem planejado e envolveu a Dígitro, a Telepol, a Telefônica e a Drogacenter. Em três meses, a tecnologia estava operando.
O projeto continua sendo ampliado, a próxima ação será integrar o ERP (sistema de gestão empresarial) com a plataforma Dígitro, visando melhorar ainda mais o atendimento no Call Center. O objetivo é ampliar os canais de voz entre a matriz e a filial de São Paulo e aumentar o número das Posições de Atendimentos (PAs).
“Começaremos a utilizar tecnologia Dígitro para a administração também”, acrescenta Hamada. Além disso, a empresa estuda a implantação de VoIP, na área de distribuição de medicamentos, para baratear os custos do 0800 das ligações que recebe das farmácias.