Archive for Gestão
COMUNICAÇÃO: INVESTIMENTO OU GASTO?
Post original do site da YELLOW LAMP PUBLICIDADE.
O uso de uma das frases mais famosas da TV brasileira, “quem não se comunica se trumbica”, dita pelo Velho Guerreiro, elucida a explicação da importância da comunicação na sociedade.
Esse é o dilema para diversas empresas e comércios que, em determinado momento, precisam se comunicar de maneira mais intensa com o mercado para não ficarem fadadas ao fracasso e a estagnação.
É nesse momento que as empresas devem decidir o seu destino de crescer e alcançar novos patamares ou ficarem a mercê da sorte, já que para sobreviver no mercado atual é estritamente necessário ser visto e estar em evidência.
Toda ação comunicacional tem que ser encarada como um investimento, pois só através dela em conjunto com as demais pontecialidades da empresa, é possível evoluir nos negócios.
Com a globalização que atinge boa parte do mundo, é de fundamental importância para as empresas o estreitamento de suas relações com os seus clientes e público-alvo, para que estas possam mostrar seus principais diferenciais.
As empresas que consideram os esforços de comunicação como gastos podem até ter potenciais enormes em relação ao mercado, mas se esquecem que quem não é visto, não é lembrado.
Um bom exemplo é a Coca-Cola, que mesmo tendo uma marca incontestável e consolidada em todo o mundo está sempre investindo em comunicação.
Independentemente do tamanho da empresa, sem esses investimentos e sem os demais atributos que uma marca deve ter, é impossível sobreviver e crescer no mercado.
Portanto, quem busca evolução, precisa de comunicação.
http://www.yellowlamp.com.br/nov_com.asp
A VOZ DO CLIENTE
Até pouco tempo atrás, as informações que chamamos de “voz do cliente” no Contact Center eram difíceis de ser rastreadas e analisadas. Além disso, na maioria das empresas, a percepção interna da opinião dos clientes é muito diferente da experiência própria dos clientes. Ou seja, existe uma discrepância muito grande entre os dois tipos de percepção, que pode resultar em uma crise de identidade da empresa e um “mundo” de reclamações dos clientes quanto aos serviços recebidos.
Para saber com certeza a causa desse problema de percepção, a empresa precisa usar mais do que as medidas convencionais, que interpretam o sucesso com base em métricas estabelecidas internamente. Se houver condições de obter feedback direto dos clientes, ela terá informações de primeira-mão e poderá usá-las como base para ações de melhoria – o que chamamos de Actionable Intelligence ou “inteligência acionável”.
Segundo pesquisas de mercado, mais de 2/3 das interações com clientes são relevantes como feedback. Isso representa uma oportunidade. Mas quais são as características desse processo único?
Embora os diversos canais de comunicação, os centros de serviços distribuídos e os sistemas/processos internos capturem fragmentos da experiência do cliente, eles não proporcionam um quadro compreensivo que permita a análise da percepção do cliente. Consequentemente, a empresa pode deixar de considerar informações críticas que afetam negativamente o índice de vendas, a fidelidade dos clientes e os lucros totais.
Ao utilizar uma solução de gerenciamento de feedback de cliente que possa ser integrada aos sistemas existentes de CRM (Gerenciamento da Relação com o Cliente), Back Office e software de Call Center, as empresas têm condições de efetivamente escutar “a voz do cliente” e adquirir uma noção, em tempo real, de questões e fatores relevantes que estimulam as vendas e proporcionam melhor serviço e melhor experiência para o cliente.
Insight do cliente, inteligência empresarial - Com a oportunidade de fornecer feedback, o cliente comunica o que está funcionando, expressa o que não lhe agrada e informa o que lhe daria mais satisfação – e isso lhe fornece uma fonte valiosíssima de informações.
Por meio de uma solução de gerenciamento de retorno do cliente, as empresas podem adquirir, disponibilizar e incorporar informações baseadas diretamente no cliente, assim como métricas relacionadas ao grau de satisfação e dados de desempenho.
O sistema de gerenciamento de feedback solicita a participação do cliente imediatamente após a respectiva interação com os agentes do Contact Center, seja por telefone, Internet ou e-mail.
Mais do que apenas pesquisa, o sistema ajuda a adquirir dados sobre produtos, processos, desempenho dos funcionários, fidelidade e grau de satisfação dos clientes – tudo em tempo real.
Como resultado, pode-se identificar e medir fatores comportamentais relevantes, assim como áreas específicas que necessitam de melhorias. Por exemplo, os dados obtidos podem ser usados para calcular o índice NPS - métrica que mostra a porcentagem de “promotores” (clientes que recomendariam serviços da sua empresa) menos a porcentagem de “detratores” (clientes que diminuiriam suas compras e avisariam outras pessoas para que evitem comprar da sua empresa). O índice NPS é uma forma muito relevante de medir a satisfação do cliente e a eficácia dos programas de fidelidade da empresa.
Como essas pesquisas são “inteligentes” e imediatas, as empresas obtêm a participação do cliente e produzem índices de resposta muito maiores e melhores do que as pesquisas realizadas por meios convencionais - como os questionários genéricos. Assim, a empresa consegue muito mais do que uma mera amostragem, capturando dados significativos (mesmo quando há um grande número de clientes geograficamente distribuídos).
Com base nos retornos dos clientes, sua empresa pode obter uma perspectiva valiosa “de fora para dentro”. Ao capturar e analisar a voz do cliente em todos os níveis, a empresa tem condições de medir com exatidão o verdadeiro grau de fidelidade do cliente, validar e entender os fatores determinantes da satisfação e identificar áreas pormenorizadas de oportunidade e melhoria.
Tudo isso significa dar um passo imenso no sentido de decifrar o código da percepção do cliente.
Fonte: TI INSIDE
Gabardo Transportes Adota Outsorcing de TI (Case)
OBS: Através da parceria Execomm/Dígitro você tem acesso facilitado a essa tecnologia, podendo ainda discutir com nossos consultores a melhor empregabilidade dessa ferramenta em conjunto com a sua atual estrutura em T.I
Transportadora Gaúcha terceiriza gestão de infraestrutura de TI e aumenta o número de serviços contratados com a Catarinense Dígitro Tecnologia
——————————————————————————–
A Transportadora Gabardo, especializada em logística e transporte de veículos para o Brasil e Mercosul decidiu partir para a gestão terceirizada de suas redes de comunicação e transferiu para a Dígitro Tecnologia todas as tarefas de monitoramento e suporte de sua estrutura de comunicação.
O objetivo da operação é conseguir a garantia de máxima disponibilidade e qualidade dos serviços de comunicação de voz e dados da Gabardo, de modo a suportar o crescimento da demanda de comunicação proporcionada por novos contratos de transporte.
Dona de uma das maiores frotas de caminhões cegonha do Brasil, a Gabardo tornou-se recentemente a trasportadora exclusiva para milhares de carros da marca Hyundai em território nacional. “Ao transferir os cuidados da nossa rede para a Dígitro, nosso pessoal pode se concentrar totalmente em assuntos mais diretamente relacionados aos negócios da Gabardo e ainda ganhamos a garantia de um monitoramento 24 horas por dia, nos sete dias da semana e com a solução de problemas em prazos muito mais ágeis do que poderíamos fazer por conta própria”, afirma Luís Stuelp, da área de TI da Transportadora.
Segundo ele, a decisão de contratar o segmento de outsourcing da Dígitro se deu de forma natural, já que desde 2001 a empresa vem utilizando as tecnologias de comunicação convergente da Dígitro para atender a todas as suas necessidades de negócio.
Com a primeira aquisição de soluções Dígitro, a transportadora pôde conferir em curto prazo uma significativa redução com os custos de telefonia das suas sete filiais espalhadas pelo país. Além da unificação do tráfego de informações, entre voz, dados, fax e internet, esta primeira instalação permitiu também maior produtividade nas comunicações e atendimento personalizado a todos os clientes.
Ainda segundo Luís Stuelp, antes mesmo de contratar o serviço, a Gabardo já contava com o apoio das equipes da Dígitro no suporte à estrutura de redes existente. “Com a possibilidade de contratação dos serviços de monitoramento de TI da Dígitro há cerca de dois anos, passamos então a considerar um cenário de terceirização mais profundo, tal como o que estamos praticando agora”, completa o responsável.
“Proporcionar essa tranquilidade como a que a Gabardo tem hoje é um dos grandes objetivos do outsourcing da Dígitro. Além de monitorar a rede em tempo integral, fornecemos suporte imediato em caso de falha de algum equipamento, mesmo quando a resolução de problemas dependem de outros fornecedores”, comenta Marcos Pinho Horn, gerente de outsourcing da Dígitro.
Sobre a Dígitro
A Dígitro é uma empresa genuinamente brasileira com mais de 30 anos de mercado no setor de telecomunicações. Pioneira no desenvolvimento de soluções para este fim, destacou-se como empresa inovadora, com a criação do sistema Teledespertador e a plataforma de Comunicação CT (Computer & Telephony), que integra telefone e computador em uma só máquina. Seu amplo portfólio de soluções agrega, ainda, serviços de Infraestrutura de TI e aplicações de inteligência corporativa e investigativa, complementando sua base de clientes atuantes nos mais diversos nichos de negócio, que vão desde empresas privadas e operadoras de telefonia, até instituições e órgãos governamentais, incluindo agências de Segurança Pública às quais a Dígitro fornece o Sistema Guardião, peça chave de maior utilização no combate ao crime organizado no Brasil e também já sendo fornecido a outros países. A Dígitro investe em inovação, desenvolvendo tecnologia em parceria com centros de pesquisa como a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Presente em todo o Brasil e em 11 países da América Latina e África, a Dígitro tem qualidade reconhecida pelas certificações ISO 9001 e a TL 9000, norma específica para o mercado de telecomunicações. Além disso, tem sede própria, em planta de edifícios que incorporam os mais modernos conceitos de sustentabilidade, e é patrocinadora única do Educando com Música, projeto social que leva à comunidade rural da Grande Florianópolis uma educação musical de qualidade. Saiba mais sobre a sede da Dígitro em www.digitro.com/sustentabilidade.
Sobre a Gabardo
Genuinamente Gaúcha, a Transportes Gabardo iniciou suas atividades em 1989 atuando no transporte de veículos pequenos, médios, grandes e utilitários sobre pranchas especiais e cegonheiras. Em 2008 adquiriu a certificação ISSO 9001 no escopo “logística e transporte rodoviário de veículos no Brasil e MERCOSUL, para montadoras, importadoras e concessionárias autorizadas”. Atualmente a empresa transporta em média 40 mil veículos por mês pelo Brasil inteiro e América Latina. Com uma frota 100% rastreada via satélite, a Transportes Gabardo detém parceria com montadoras de grandes marcas, como Hyundai, Subaru, Volkswagen, Ford, Mitsubishi, entre outros.
FONTE - Portal Nacional: http://www.segs.com.br/index.php
—————————————————————————————————————————————-
OBS: Através da parceria Execomm/Dígitro você tem acesso facilitado a essa tecnologia, podendo ainda discutir com nossos consultores a melhor empregabilidade dessa ferramenta em conjunto com a sua atual estrutura em T.I
Execomm
Tel: 2829-7000
Mail: joao.tozo@execomm.com.br/ execomm@execomm.com.br
Twitter: twitter.com/EXECOMM
Leia também: “Empresas que aderiram ao outsourcing tiveram aumento de receita”
http://www.execomm.com.br/empresas-que-aderiram-ao-outsourcing-tiveram-aumento-de-receita/
Empresas que aderiram ao outsourcing tiveram aumento de receita
Estudo do IBV - Institute for Business Value - da IBM, intitulado “O impacto da terceirização nos negócios” revela que empresas que aderem ao outsourcing registram em dois anos um crescimento de receita 4,3 pontos percentuais maior que o de seus concorrentes diretos que continuam gerenciando sua infraestrutura de TI.
A pesquisa, realizada pela divisão de consultoria da companhia, constatou que essas organizações, além de reduzirem os custos gerais, administrativos e de vendas, alcançaram melhor desempenho em três métricas-chave financeiras: Receita pré-impostos (EBT), Receita operacional e Retorno sobre ativos (ROA).
A análise contou com uma amostra de 244 empresas de diferentes países que iniciaram projetos de terceirização em larga escala entre 2001 e 2006. Todas atingiram um resultado surpreendente. Logo no primeiro ano de contrato, as companhias registraram maior redução de despesas administrativas e de vendas, com índice equivalente a 2,9 pontos percentuais menor que o de seus concorrentes que não contrataram o serviço.
“O estudo reforça que a terceirização é hoje mais do que uma forma de baixar custos operacionais. O outsourcing já é reconhecido como parte relevante da estratégia corporativa, por permitir maior foco dos líderes no core business e também por contribuir positivamente para o balanço financeiro da empresa”, comenta a Diretora de Outsourcing da IBM Brasil, Ana Paula Assis.
Ainda de acordo com a pesquisa, em dois anos, as empresas apresentaram um aumento consistente de 3,2% no crescimento de receita operacional em relação à concorrência. Já o retorno sobre ativos teve desempenho 0,13% melhor. “Embora esse crescimento não pareça substancial, a métrica tem como base o lucro líquido dividido pelo total de ativos. Sendo assim, mesmo uma pequena ascensão pode se traduzir em ganhos financeiros significativos”, destaca.
O estudo avaliou também que as empresas não só se destacaram dentro dos seus setores de atuação, mas também se desenvolveram melhor que no período pré-terceirização. No primeiro ano de contrato, as empresas reduziram custos administrativos e de vendas em 3,5 pontos percentuais. Já no segundo, elas aumentaram em 4,5% o crescimento de receita anual quando comparado ao período em que gerenciavam infraestrutura em TI.
FONTE: TI Inside
Cinco passos para identificar o fornecedor ideal de service desk
Quando se trata de TI, nenhuma organização é igual, logo a fornecedora de service desk também não deve ser. E como hoje há diversas prestadoras de serviço de TI, com vários perfis diferentes, a empresa tem que levar vários pontos em consideração antes de fechar qualquer contrato. Eis cinco pontos que, com certeza, são fundamentais:
1. Planejamento - Antes de conhecer a prestadora de serviço, a empresa precisa se conhecer, levantando suas necessidades e analisando o ambiente externo, ou seja, estar ciente da cultura da empresa. Algumas perguntas devem ser respondidas antes dela procurar o mercado, como, por exemplo: a consultoria de TI é somente para reduzir custos? Ou para melhorar a qualidade da operação? Terei tempo para fazer gestão dos indicadores de TI? Espero um resultado em curto ou longo prazo?
2. Qualificação inicial - Sabendo dessas necessidades, a empresa tem que contratar um fornecedor que preencha o perfil que se procura. Geralmente, as consultorias de menor porte não atuam sempre com metodologias e com equipes tão robustas e, por esse motivo, possuem uma estrutura de custos e preços de vendas menores.
Ao passo que as de maior porte (geralmente as multinacionais) possuem uma estrutura maior, com uma metodologia mais rígida, o que se traduz em valores maiores nos custos em um primeiro momento. Primeiro momento porque, uma vez que a metodologia passa a ser usada corretamente, ela gera uma série de informações e indicadores que possibilitam a pró-atividade da prestadora de serviço.
Isso não quer dizer que as consultorias menores não trabalham com metodologia e nem que as de maior porte são sempre mais caras, mas é comum o mercado se comportar dessa maneira.
3. Requisitos mínimos do contrato (definição de escopo) - Depois de qualificada a prestadora de serviço, é necessário conhecer as questões contratuais. Se a empresa precisa de SLA (service level agreement ou acordo de nível de serviço), isso tem que estar claro no contrato, além de descrever quais serviços e plataformas a contratada irá se responsabilizar. Por ser um acordo entre cliente e fornecedor, o SLA exige disponibilidade de recursos (pessoais, financeiros e de tempo) das duas partes para cumprir o acordo. Obviamente: quanto mais apertado for o SLA, maior deverá ser a disponibilidade de profissionais por parte da fornecedora, e isso fatalmente refletirá no preço final. Antes de entrar em modismos de SLA, analise se a empresa está realmente pronta para o SLA e se os seus processos de negócios são tão críticos que justifiquem a contratação dessa exigência.
4. Analise se você terá melhorias (evoluções) de seu sistema em seu contrato – Sua empresa precisa só de atendimento a erros e dúvidas (correções) ou quer ter melhorias e evoluções também no serviço prestado? O contrato tem que estar bem claro, mencionando se a prestadora de serviços irá fornecer melhorias para o sistema ou será responsável somente pelas correções de falhas. Infelizmente ainda há um grande desconhecimento ao comprar este tipo de serviço e, por isso, existe a ideia de que a consultoria será a solução de todos os problemas de TI da empresa.
O que muitas vezes acontece é, por exemplo, uma empresa pedir a evolução do sistema e, por não estar no contrato, o serviço ser cobrado à parte. Esse trabalho poderia sair muito mais barato caso a empresa tivesse acordado um pacote anteriormente. Aí vem a clássica pergunta do cliente, ao ver a conta no fim do mês: “por que você não me disse antes que esse serviço não estava incluso?”. A dica é que, ao contratar, fique atento se o contrato prevê utilização do pacote de horas para melhorias e correções, ou só para um ou outro. O ideal é já deixar dividido o número de horas dedicadas às melhorias e as dedicadas à correção.
É fundamental, também, que o contrato tenha o que o cliente quer que o fornecedor faça: são serviços só no meu ERP ou em outros aplicativos? Quais aplicativos? Qual o período de tempo? Lembrando que a maioria dos contratos dura 2 anos e que a quebra gera dívidas, geralmente taxadas em 50% do saldo devedor do contrato.
A empresa deve entender ainda que problemas podem acontecer. Para isso, precisa checar previamente se o contrato possibilita o acúmulo e antecipação de horas, sem custos adicionais. Digamos que o contrato acorda 1000 horas mensais de prestação de serviços, mas, no mês, só usaram 500 horas do pacote. O cliente terá que pagar pelas 1000, mas ele dará 500 horas para o fornecedor? O ideal é poder disponibilizar essa quantidade para os próximos meses do contrato, caso ocorra alguma emergência. Porém há também os sustos, que necessitam, digamos, de 1500 horas em um mês; sem problemas, já que essa falta pode ser compensada nos meses seguintes. Há empresas que já incluem a flexibilidade de 50% do tempo no contrato. Essa variante pode significar um acréscimo no acordo, porém nada comparado ao pagamento de serviços extras.
5. Medição - Já para acompanhar os serviços, é importante equalizar os KPIs (key performance indicators ou indicadores chave de performance). Esse trabalho serve para visualizar o que foi feito através de dados que fazem sentido para o cliente, inclusive determinando as expectativas do contrato. Digamos que os KPIs da consultoria só abordam a quantidade de chamados atendidos, sem descrever suas naturezas, ou que esses indicadores não queiram dizer nada para a empresa… Pode ser que seja auferido um índice de recorrência de 15%, enquanto no contrato dizia que o teto seria 5% e que, acima disto, o fornecedor deveria dar descontos nas faturas. Mais do que alinhar expectativas, o ideal é que o resultado seja positivo tanto para contratante quanto para contratada.
* Gabriel Rodrigues é diretor da Essence, empresa de consultoria e outsourcing, especializada em Tecnologia e Informação para negócios.
FONTE: TI Inside
Outsourcing: até que ponto a terceirização é uma escolha acertada?
Este é certamente um dos temas mais abordados nos últimos anos. Inúmeros congressos, artigos e debates sobre o mesmo estão constantemente em curso. Embora o tema seja antigo e muito debatido, a terceirização ainda é, muitas vezes, encarada como uma decisão difícil para as empresas, principalmente quando a sua abordagem é feita por empresas de porte médio e pequeno.
A primeira dúvida que tenho visto com muita freqüência em minha trajetória profissional é o que terceirizar. Outro ponto muito importante nesta decisão é quando terceirizar.
Eu particularmente acredito que um processo de terceirização deve se dar quando podemos definir claramente o que desejamos e como pretendemos gerenciar os resultados esperados. Não acredito que terceirizar seja o caminho, quando não podemos definir o que desejamos e, nesse caso, entendo que é um grande fator de risco e possível insucesso da decisão.
Sendo assim, acredito que a terceirização é uma decisão importante e deve ser tomada com muita maturidade pelas empresas, pois ela deve ser encarada não como uma escolha operacional e sim como uma decisão estratégica da empresa.
Um processo de terceirização bem tomado, com métricas bem estabelecidas, processos bem definidos e com a empresa certa, são fatores de sucesso na minha visão, pois permitem a área de tecnologia da empresa dedicar mais tempo junto as áreas de negócios da companhia e exercer um papel que é esperado da mesma, ou seja, atuar internamente como consultor de negócios viabilizando os mesmos sempre com maior velocidade, eficácia, dentro dos melhores custos possíveis e com a qualidade desejada.
Resumindo, em minha opinião, a terceirização é importante e necessária a todas as empresas, pois podemos utilizar do conhecimento técnico de empresas focadas em determinados nichos e com custos competitivos, desde que saibamos exatamente o que desejamos e como devemos contratar os serviços desejados. Assim, podemos nos dedicar a uma função estratégica dentro das nossas companhias elevando a área de tecnologia para uma visão de geração de negócios e, consequentemente, possibilitando as nossas empresas o crescimento sustentável através do uso mais eficiente e eficaz da tecnologia.
Finalmente, caso você não saiba o que deseja ou como fazer, não caia no erro de terceirizar, pois certamente receberá aquilo que não deseja e os resultados deste processo podem ser danosos para você e sua empresa.
Marcelo Prauchner Duarte é Especialista em Tecnologia e atualmente atua como Gerente de Telecom e Segurança da Informação do Carrefour.
FONTE: TI Inside
Gastos com TI no Brasil devem atingir R$ 55,8 bi neste ano
Os gastos com tecnologia da informação no Brasil devem crescer 13,4% neste ano, na comparação anual, para R$ 55,89 bilhões, contra R$ 49,2 bilhões registrados em 2009, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 8, pela E-Consulting. O setor financeiro deve responder por cerca de R$ 17 bilhões, enquanto o de governo deverá representar algo entre R$ 12 e R$ 15 bilhões da cifra total. Segundo a consultoria, a concentração dos investimentos será neste primeiro semestre, em função do calendário eleitoral (o valor definitivo do governo será apresentado no estudo anual “A TI e o Setor Público”, publicado anualmente pela empresa no mês de março).
O setor responsável pela maior fatia dos investimentos em TI, no entanto, será o de serviços, que aplicará R$ 23,83 bilhões neste ano, ou 43% do total dos gastos, o que representará um crescimento de 14% na comparação com o ano passado. Já os investimentos em software, segundo a E-Consulting, deverão chegar neste ano a algo perto de US$ 10,77 bilhões e em hardware e infraestrutura algo em torno de R$ 21,29 bilhões, representando 38% e 19% do montante, respectivamente.
“Isso se deve principalmente à retomada de investimentos na implementação e finalização dos projetos e das soluções adquiridas nos últimos anos. Além disso, a necessidade otimização da infraestrutura, advindos de projetos ligados à virtualização, SOA, ITaaS, TI verde e cloud computing, também contribuirá para o aumento nos investimentos. As empresas deverão se preparar para as novas tendências em estruturas e modelos de gestão e operação de TI, assim como padrões de governança e compliance com negócio e à efetiva mensuração do valor gerado por TI”, explica Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e coordenador do TechLab, unidade do grupo focada em estudos e pesquisas em TI, telecom, mídia, internet e call center.
Segundo ele, tendências complementares como web 2.0, mobilidade e convergência - e toda decisão de escolhas de padrões, modelos e plataformas por trás disso - também estarão na agenda dos CIOs.
Segundo a E-Consulting, os investimentos em TI na América Latina, que totalizaram R$ 95,3 bilhões em 2009, deverão atingir R$ 105,2 bilhões, crescimento médio de 10,38%, que faz o Brasil representar praticamente 53% de toda região.
FONTE: TI Inside
Twitter ajuda empresas a dar visibilidade a suas marcas
Twitter ajuda empresas a dar visibilidade a suas marcas
O Twitter está se tornando uma ferramenta extremamente valiosa para ajudar as empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se concentrar de forma mais direta em grupos específicos de consumidores. Pesquisa do Instituto Digital (iDig), com 50 grandes empresas nacionais, revela que o uso da rede social de microblogs pode chegar a dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre uma empresa no serviço.
A consultoria constatou que 42% dessas empresas têm perfis no Twitter e postam mensagens ao menos cinco vezes por dia. Embora empresas que ainda não têm perfil publicado também sejam citadas, 74% das 91.145 mensagens analisadas entre 20 de setembro e 24 de outubro deste ano falavam daquelas que possuem perfil no microblog. Essas marcas têm, em média, 3 mil seguidores.
O estudo confirmou também que os responsáveis pelo aumento no número de citações são os consumidores, que enviaram 2,6 mil mensagens diárias sobre as empresas pesquisadas, retransmitindo 11% dos posts recebidos.
FONTE: TI Inside
Onze conselhos para investir corretamente em TI em 2010
Estudo divulgado pelo Gartner nesta terça-feira, 17, alerta que 2010 será o ano em que as empresas deverão decidir qual caminho seguir em seus ambientes de TI. Com o mercado se preparando para voltar a crescer, a consultoria observa que é hora de as organizações avaliarem as reais necessidades e só voltarem a investir na modernização de suas infraestruturas quando decidirem o tipo de estratégia de cloud computing irão adotar, para que não sejam necessários novos gastos com reestruturações.
O Gartner aconselha as empresas a adotarem novas políticas de investimento, partindo do princípio de que “sempre se pode gastar menos”. Para isso, a consultoria lista 11 atividades de TI que são grandes candidatas a revisão pelas empresas e as aconselha a considerarem as abordagens listadas abaixo para cada atividade, antes de decidir como proceder. As recomendações são baseadas nos resultados de pesquisas feitas pelo Gartner com centenas de empresas. Veja, a seguir, as recomendações:
1) Modernizar a infraestrutura de TI em conformidade com a estratégia de cloud computing.
A consultoria alerta que as empresas, antes de retomar seus investimentos em infraestrutura de tecnologia, devem decidir qual será sua estratégia para computação em nuvem.
2) Aproveitar melhor o orçamento já existente
O Gartner diz que as empresas devem impor à suas áreas de TI a política de “orçamento zero”, para que as equipes se acostumem sempre a trabalhar com a verba que já têm e gastem apenas o necessário.
3) Contratar um diretor financeiro só para TI
Isso ajudaria as companhias a estabelecer políticas financeiras mais sólidas e a estudar melhor os contratos de TI.
4) O que passar para os executivos sobre TI
A consultoria defende que a estrutura de tecnologia da informação deve ser sempre muito transparente. Todos os contratos e todos os negócios da área devem ser sempre muito bem esclarecidos para todos os executivos da empresa.
5) Avisar quando os aspirantes a CIO devem deixar a área de TI
O Gartner diz que os diretores de tecnologia devem passar por outras áreas da companhia e, por isso, recomenda que orientem os aspirantes a CIO quando estes devem ir atrás de novos objetivos fora da área.
6) Dar prioridade a redução de gastos ou crescimento dos negócios?
Nenhum dos dois. A consultoria acredita que as empresas devem encontrar um jeito de conseguir trabalhar com os dois simultaneamente.
7) Quais as estruturas de TI que funcionam melhor
O Gartner aconselha que as estruturas “Tier 1, 2 e 3″ sejam abandonadas, pois elas atrasam o desenvolvimento dos negócios de TI e a criação de novas operações.
8 - Os novos CIOs devem abandonar as estruturas de TI já adotadas na empresa?
Antes de começar a fazer as mudanças estruturais, os CIOs recém-chegados devem se preocupar em fazer a estrutura já existente render mais e os negócios da empresa crescerem.
9) Decidir que tipo de inovações sua equipe de TI deve desenvolver
Os gerentes precisam decidir se suas equipes serão formadas por profissionais especializados em identificar problemas e recomendar soluções ou especializados em desenvolver ferramentas para resolver os problemas conforme a necessidade.
10) Que inovações de TI devem ser priorizadas
Para esse período de transformações econômicas, a consultoria aconselha os diretores de tecnologia a se voltarem para os ciclos de negócios de TI que requeiram menos tempo de manutenção.
11) É possível vender os desafios de implantação de uma rede de longa distância corporativa até 2013?
O Gartner acredita que as companhias devem direcionar suas verbas de pesquisa e desenvolvimento para a criação dessas redes.
Fonte: TI Inside
Beach Park aposta na convergência para garantir atendimento classe AA
OBS: Através da parceria Execomm/Dígitro você tem acesso facilitado a essa tecnologia, podendo ainda discutir com nossos consultores a melhor empregabilidade dessa ferramenta em conjunto com a sua atual estrutura em T.I
———————————————————————————————————————————————

Para garantir total praticidade, viabilidade financeira e segurança na comunicação, o Beach Park acaba de finalizar a implantação de uma solução corporativa convergente que conta com PABX, um Call Center em São Paulo, VoIP, distribuição automática de chamadas, roteamento de dados e URA. Com a plataforma de CTI Evolution, da Dígitro Tecnologia (www.digitro.com), o Beach Park integrou os hotéis e o parque aquático no Ceará com a central de relacionamento em São Paulo. A comunicação passou a ser feita via VoIP, a custo zero e de forma transparente para o usuário.
Segundo o gerente de projetos de TI do Beach Park, Paulo Menezes, estrategicamente, o uso de tecnologia é visto como suporte para impulsionar os negócios e fundamentalmente para proporcionar atendimento classe AA aos clientes. “Tudo no Beach Park é de última geração e está em constante reavaliação. Fomos os primeiros no Norte e Nordeste a utilizar tecnologia wireless e automatizar os pedidos das 330 mesas nos vários restaurantes do complexo”, comenta. Os garçons fazem os pedidos, que são encaminhados por um sistema de comandas eletrônicas, por celular. Para permitir este serviço, um link de Internet redundante foi disponibilizado na central da Dígitro.
Menezes explica que a plataforma convergente da Dígitro é o ponto central de toda a rede. Por ela trafegam voz, dados e internet. A solução propicia grande disponibilidade de serviços em uma única plataforma, o que resulta em redução de custos e agilidade na implantação dos diversos serviços. Além disso, toda a estrutura de dados, essencial para o funcionamento da corporação, é aproveitada para a conectividade dos vários estágios de roteamento distribuídos da plataforma Dígitro.
Estas características vão ao encontro das necessidades do complexo Beach Park, que ocupa uma extensa área, o que o obriga a ter um sistema central de alta disponibilidade, como dualidade de sistema. O Beach Park dispõe, ainda, de vários sistemas remotos para atender a cada unidade de negócio com total segurança: todo o processo de comunicação é criptografado.
Para se ter uma idéia, a central de telefonia suporta aproximadamente 700 ramais de todo o complexo Beach Park. A central possui, também, vários recursos de gerenciamento e um avançado sistema de billing que agregou valor ao atendimento e eliminou erros na consolidação da tarifação das ligações dos hóspedes. O sistema é habilitado automaticamente no check in.
Na alta temporada, a ocupação dos hotéis é de 88%. A tecnologia precisa ser arrojada e ter recursos extremamente avançados para garantir qualidade aos serviços. Assim, para atender melhor aos clientes, o Beach Park, há seis meses, montou a central de relacionamento em São Paulo, que funciona on-line com os sistemas hoteleiros no Ceará. E possui tecnologia Dígitro EasyCall, que agregou funções de gerenciamento e automação, incorporando eficiência aos atendimentos. “A central é um importante meio de contato com os clientes. Também recebe ligações para reserva nos hotéis e pacotes de férias”, informa Menezes.
Anteriormente, não havia central de relacionamento e os atendimentos eram feitos pelo setor de reservas no Ceará. O tráfego com São Paulo era via operadoras com custo de ligações DDD. A interligação permitiu o funcionamento on-line da Central de Reservas e aproximou o Beach Park do maior mercado no Brasil, a custo zero nas chamadas entre os sites e redução significativa para a cidade de São Paulo. Com a tecnologia VoIP, os custos com telefonia diminuíram.
Toda a comunicação de voz entre os sites trafega via rede IP e todas as chamadas com destino à cidade de São Paulo e região metropolitana são realizadas pelo ponto de presença na capital Paulista.
Segundo o Superintendente Regional Dígitro Norte e Nordeste, Dennis Bentes, como a implantação das redes convergentes é recente, os resultados começarão a serem colhidos agora. “Mas as facilidades do sistema foram sentidas de imediato. É possível falar com qualquer pessoa da empresa como se estivesse no mesmo prédio. A telefonia transformou Ceará e São Paulo em ramais”, afirma Bentes.